
A imagem que ilustra este post serve para identificar um Rodrigo que é doente pelo Fluminense. E aí, camarada, escale esse time nos comentários!

A imagem que ilustra este post serve para identificar um Rodrigo que é doente pelo Fluminense. E aí, camarada, escale esse time nos comentários!

O fato de ser um material barato e frágil pode dar a falsa impressão de que se tratam de modelos simples e fáceis de montar. Longe disso: o nível de detalhes é impressionante e o processo de trabalho é longo e trabalhoso – e, exatamente por isso, muito divertido. Um dos leitores mais antigos deste espaço, o Fabiano Pedroso, é um entusiasta dos modelos de papel e até criou um blog para ilustrar passo a passo a construção do Williams FW14B. Confira que está ficando muito bom!

Muito interessante a participação de Stirling Moss em um programa da Radio Four da BBC na última semana. O tema foi a carreira do grande Juan Manuel Fangio, seu maior rival e, em suas palavras, “uma figura paterna para mim”. Clique aqui para ouvir o MP3, ou baixe o arquivo para ouvir no seu iPod.
George Harrison rules!

Foi

- Está trabalhando
Existem

O que é injusto é a fama de beberrão do finlandês. Pois, cerca de 40 minutos após a corrida, com depoimentos e informações colhidos no paddock, finalmente tive tempo para um rápido “pit stop”. Quando lavava as mãos, chegou um mecânico da Ferrari e despejou mais da metade da garrafa de champanhe na pia do lado. Depois dizem que Räikkönen é uma esponja.
Ou será que era a garrafa do Massa?

Espere aí, orgulho nacional e bandeira bávara? Isso mesmo, assim como os catalães acham sua região maior que seu país, o mesmo vale para a turma lá do sul da Alemanha.


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Aliás, já deixo um aviso aos internautas: odeio moderar comentários, mas odeio mais ainda as discussões inócuas de “Piquet versus Senna”. Dá para discutir muito bem o conteúdo da entrevista sem partir para ataques pessoais. Comentários que eu considerar ofensivos a um ou a outro, a seus fãs, ao blog, a mim ou a quem quer que seja, serão apagados. Sei que é um tema que desperta paixões, mas vamos manter a discussão num nível agradável, ok? Obrigado!

O programa oficial do GP da Espanha traz uma excelente matéria listando as 10 vitórias mais inesperadas da história da Fórmula 1. Confira abaixo a lista:
1) GP da Argentina de 1958 – Stirling Moss derrotando uma armada de Ferraris de fábrica com um Cooper de Fórmula 2 com motor traseiro, a primeira de um carro deste tipo na categoria.
2) GP da França de 1961 (na foto acima) – O estreante Giancarlo Baghetti prevalece contra nomes como Jim Clark e Dan Gurney em uma corrida em que as outras Ferrari, bem superiores na pista de Reims, quebraram.
3) GP dos EUA de 1970 - A primeira vitória de Emerson Fittipaldi em sua quarta corrida na F-1, assumindo a liderança a oito voltas do fim quando Pedro Rodriguez teve de parar nos boxes.
4) GP da Itália de 1971 – Peter Gethin vence a batalha do vácuo por apenas 0s01.
5) GP de Mônaco de 1972 – Jean-Pierre Beltoise brilha na chuva com uma pouco competitiva BRM.
6) GP da Áustria de 1975 – Também com chuva, a primeira e única vitória de Vittorio Brambilla.
7) GP da Argentina de 1977 – Na estréia da equipe Wolf na Fórmula 1, seu piloto Jody Scheckter se aproveita dos problemas alheios, assume a ponta a seis voltas do fim e vence.
8) GP do Japão de 1989 – A primeira e única vitória de Alessandro Nannini veio depois que Ayrton Senna foi desclassificado por “cortar a chicane” após a colisão com Alain Prost.
9) GP do Canadá de 1991 – Nelson Piquet vence depois que Nigel Mansell desliga acidentalmente a chave-geral de seu carro quando acenava para o público. Era a última volta e o inglês tinha uma vantagem de mais de um minuto.
10) GP do Brasil de 2003 – Numa corrida caótica, Giancarlo Fisichella vence com uma decadente Jordan, mas só leva o troféu duas semanas depois.
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Ótima lista! Você incluiria mais alguma corrida nela? Eu tenho duas ótimas sugestões, mas vou esperar para ver se alguém as citam nos comentários.
Ferrari – o mesmo do ano passado, ainda moderno e eficiente. Ao lado da Red Bull, é a única equipe que se lembra de alimentar os pobres e famintos jornalistas.
BMW Sauber – O Guggenheim dos motorhomes. Eu gosto muito.
Renault – O mesmo há três anos, já está um tanto ultrapassado. Mas a equipe tem outras prioridades para investir, notadamente no carro.
Williams – Parece um hospital, mas tem um certo charme. Difícil é ser convidado para entrar lá.
Red Bull/Toro Rosso – O Morumbi dos motorhomes: belo, espaçoso e acolhedor. E com um interior completamente renovado neste ano.


Toyota – Um belo exemplo de simplicidade, com um resultado bonito sem apelar para tamanhos monstruosos. E fazem a melhor comida do paddock.
Honda – Dois andares quase sempre vazios, pois a equipe não gosta muito de estranhos lá dentro.
Super Aguri – Um ótimo termômetro do estado da equipe: motorhome sem patrocinadores, minúsculo, quase uma década parado no tempo.
Force India – O único inteiramente novo neste ano. Achei o visual agressivo demais, não combina muito com a imagem que eu tinha da equipe. Mas é imponente. Ron Dennis, o vizinho, não deve ter gostado muito, pois acabou ofuscando o seu.
McLaren – Carinhosamente apelidado de “Estrela da Morte” pelo visual extremamente Darth Vader. Mas é bonito, mais por dentro que por fora.



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