sábado, 31 de outubro de 2009

UMA CONVERSA MUITO DOIDA

Alguns integrantes dos Wailers – a banda que acompanhava Bob Marley – apareceram hoje no circuito de Abu Dhabi (foto). Pedi para entrevistar o mais antigo deles, Aston “Family Man” Barrett, o apelido derivado do fato dele ter 52 filhos (!!!). Simpático, rindo muito, ele fez uma ótima linha de raciocínio para explicar eventuais similaridades (?) entre o beat do reggae e o zunido agudo dos motores da Fórmula 1.


- Os dois combinam, claro! O Reggae é único, a Fórmula 1 também é única. A música reggae transparece no meio da multidão, é a voz das pessoas, a voz internacional, o beat curioso, que carrega a voz de raízes, cultura e realidade. Como a Fórmula 1.


Entãobom!

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

O BRASIL EM PROFUSÃO

Bruno Senna acertado com a Campos, Rubens Barrichello com a Williams – em ambos os casos só falta oficializar, o que deve acontecer muito em breve. Felipe Massa na Ferrari de companheiro de equipe novo. Lucas Di Grassi muito perto de se acertar com a Manor (ele afirma ter 80% de chances de correr no ano que vem, outras pessoas do paddock calculam 95%) e conseguir uma oportunidade mais do que merecida.

Tudo indica que o grid da Fórmula 1 terá pelo menos quatro pilotos brasileiros no ano que vem. Digo pelo menos porque a combinação Bruno Senna-Nelsinho Piquet na Campos ainda aparece com alguma possibilidade, pelo que pude apurar hoje aqui em Abu Dhabi. O quão possível, porém, é mais difícil afirmar. Pedro de la Rosa e Vitaly Petrov são outros nomes que aparecem também com iguais chances de formar dupla com Bruno em 2010.

É preciso voltar ao GP da Itália de 2004 para contar tantos pilotos do país na mesma corrida. Na ocasião, com Barrichello (na Ferrari), Massa (na Sauber), Antonio Pizzonia (na Williams) e Ricardo Zonta (na Toyota). Mas essa possível constelação do ano que vem joga a expectativa de uma grande temporada para os torcedores brasileiros.

Começando por Massa, que enfrentará um desafio duríssimo de reerguer a Ferrari e enfrentar um piloto da classe de Fernando Alonso com o mesmo equipamento. A dupla é tida como a mais forte do grid e as opiniões de gente séria no paddock apontam um duelo interno muito igual – mais do que a imprensa mundial, de maneira geral, tem apostado.

A situação de Rubens Barrichello também é das mais interessantes. A Williams oficializou hoje o que eu já havia adiantado na semana do GP do Brasil – a parceria com a Cosworth. A aposta é um motor que combine uma boa potência com um consumo excelente, pontos cruciais para o sucesso em 2010 na opinião dos engenheiros. E a turma de Grove provou neste ano que sabe muito bem fazer um bom chassi. Acredito também que o brasileiro encontrará na equipe um espírito muito parecido ao seu e viverá nela seus melhores anos na categoria, do ponto de vista da satisfação pessoal interna.

Quanto aos estreantes Bruno Senna e Lucas Di Grassi, desfrutam da vantagem de correr em equipes também novas, nas quais as expectativas serão naturalmente menores. São dois jovens com uma inteligência acima da média e terão como principal objetivo fazer um ano melhor que seus companheiros de equipe, ponto primordial para cavarem de uma vez por todas seus espaços na categoria, superando a sempre crítica temporada inicial. Conhecendo a capacidade de ambos, apostaria que conseguiriam isto sem maiores traumas.

Para uma temporada que se encerra com apenas Barrichello na pista de Abu Dhabi, as perspectivas não poderiam ser melhores. Que venha 2010!

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

EM BUSCA DE UMA IDENTIDADE

Os iates estão ancorados na marina, vários deles suntuosíssimos, com quatro andares e dezenas de empregados. As 225 toneladas de asfalto são da melhor qualidade, proveniente da Malásia e da Inglaterra, nivelado com máquinas trazidas especialmente da Alemanha. A iluminação ficou a cargo de uma empresa americana, a mesma responsável pelos holofotes do circuito do Losail, no Qatar, usado à noite pela Moto GP. O resultado impressiona, especialmente na arquibancada norte, que fica com cara de estádio de futebol.

A infra-estrutura também é inigualável. O complexo de imprensa tem três andares, com cafeteria, restaurante e um terraço com visão privilegiada da ação na pista. A sala de imprensa possui três telões enormes nos quais serão mostradas todas as informações necessárias aos jornalistas. Parece um cinema. Por todos os lados, um batalhão de mocinhas Filipinas (a mão-de-obra barata daqui) anda com seus paninhos cuidando que tudo fique um brilho, perfeito.

Os idealizadores do Yas Marina Circuit pensaram em todos os detalhes e criaram um cenário de sonhos para uma corrida de Fórmula 1. E cuidaram de integrar vários pontos singulares para dar uma identidade à pista: o hotel de arquitetura moderníssima cravado no meio do traçado; o prédio onde a prova é controlada, batizado de Sun Tower; as arquibancadas moderníssimas e cobertas; dois complexos de boxes, capazes de operar duas corridas diferentes ao mesmo tempo em variações reduzidas do traçado; a saída do pitlane subterrânea, criando um desafio extra aos pilotos.

É tudo tão perfeito que falta alma.

Falta a alma de um balneário chique e histórico como Mônaco, de uma floresta das Ardenhas, do traçado que flui junto com a natureza de um anfiteatro natural, como Interlagos. Tudo foi feito com tanto esmero que o Yas Marina Circuit ficou com cara de Shopping Center. Talvez o maior e mais sofisticado de todos, se compararmos com Sepang, Sakhir, Shangai, Istambul. Mas um shopping, como todos eles.

Eis que alguém (Bernie, o sheikh, o organizador, sei lá) teve a idéia de fazer uma corrida na hora do pôr-do-sol. E hoje eu fui correr bem nessa hora. No céu, entre as arquibancadas desenhadas por Hermann Tilke e as palmeiras mantidas por irrigação artificial, uma enorme bola de fogo incidia sua luz vermelha sobre o complexo de um bilhão de euros.

Em seu ciclo diário, a mãe natureza roubou o show que os petrodólares tentaram criar. E deu a identidade que o circuito precisava. Ainda não dá para saber que tipo de corrida o traçado vai oferecer. Mas o espetáculo que ela vai dar está garantido.

Que venha o GP dos Emirados Árabes, a corrida do crepúsculo!

terça-feira, 27 de outubro de 2009

SEMÁFOROS DO DESERTO

Passam das 4 da manhã e acabo de me instalar na minha morada para a corrida que encerra o Mundial de 2009. Como a maioria da trupe que faz parte do “circo”, nunca tinha estado em Abu Dhabi. E ainda é cedo para uma reflexão mais profunda. O que vem a seguir é apenas um registro das primeiras impressões.


Yas Island é pertinho do aeroporto. O clima ainda é de canteiro de obras. Pontes e viadutos que levam à ilha estão ainda passando pelos últimos retoques, há máquinas por todos os lados, a paisagem é formada por areia e mudas de plantas que um dia crescerão com a ajuda de irrigação artificial, porque neva mais no Brasil do que chove aqui.


De todas as obras que um dia tomarão conta desse enorme aterro, apenas o circuito e o grupo de hotéis que inclui onde estou hospedado estão prontos. As estruturas do parque temático da Ferrari impressionam, mas ainda estão longe de serem terminadas como me informa o taxista, que aguarda nos sinais vermelhos na madrugada alta. Em volta, ruas totalmente desertas, mas um policial parado a cada cruzamento. Se furar, toma multa.


Lugar estranho, esse.

UMA IMAGEM…

Dia off, de viajar até Abu Dhabi com uma escala tão longa em Istambul que daria para cobrir o GP da Turquia no meio tempo. Enquanto eu estou em trânsito, fica a imagem acima para se pensar. Para mim, a propaganda da Mercedes-Benz num semanário de automobilismo alemão é um sinal claro que a marca vai mesmo dividir suas atenções de maneira oficial entre duas equipes a partir do ano que vem (clique para ampliar). E que, aos poucos, a McLaren vai ficando em segundo plano. Ao que tudo indica, com o campeão mundo Jenson Button e o “local” Nico Rosberg, a Brawn deve mesmo ficar cada vez mais prateada no ano que vem.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

COM QUEM SERÁ?

Além de definir os dois títulos da temporada em jogo, o final de semana em Interlagos serviu para mostrar que o segundo cockpit na equipe McLaren está mais aberto do que nunca. A equipe sondou Rubens Barrichello no início da semana do GP, mas o brasileiro já havia selado seu acordo com a Williams. Depois da prova, ele ainda deu a pista ao se dizer “surpreso com algumas coisas que aconteceram essa semana”, quando comentou sobre seu futuro. De fato, ninguém esperava que a McLaren chegasse a esta altura do campeonato ainda procurando um companheiro de equipe para Lewis Hamilton.

A verdade é que alguma coisa aconteceu para emperrar as negociações com Kimi Raikkonen. Existem mil teorias para tentar explicar isso, mas é difícil avaliar a relação delas com a realidade. A mais interessante veio através de um jornalista alemão: o finlandês teria direito a receber US$ 50 milhões de Ferrari/Santander pela quebra de contrato, mas o acordo prevê o pagamento de apenas 20 milhões caso ele defenda outra equipe no ano que vem. Assim, Raikkonen está pedindo um salário de 30 milhões para correr na McLaren (ou na Toyota), uma soma impensável para a realidade econômica atual da Fórmula 1. Um (rico) ano sabático é uma possibilidade que ele já considera.

Na McLaren, depois de receber o não do brasileiro, os homens fortes de prata começaram a cortejar – vejam só – o mesmo Nick Heidfeld a quem deram as costas em 2001. “Ele é um piloto muito subestimado”, soltou Martin Whitmarsh no final de semana em Interlagos. “Há dez anos que ele supera seus companheiros de equipe”, derreteu-se Norbert Haug.

Seu perfil encaixa-se perfeitamente no que Lewis Hamilton quer ter do outro lado da garagem: um companheiro de equipe experiente, tranqüilo para uma convivência pacífica e que Hamilton julgue capaz de superá-lo sem dificuldades absurdas. Um julgamento que não valeria para Nico Rosberg. Nas entrelinhas, o alemão da Williams deixou transparecer em Interlagos que seu destino é mesmo a Brawn GP – e seu desejo era mesmo a McLaren.

Pelo jeito, a palavra de Hamilton vai contar muito para a escolha final. E vale ficar de olho nessa trama, que passa a ser o assunto da vez na novela do mercado de pilotos (e esqueçam da possibilidade de Button ir para lá, ele vai acertar com a Brawn e o rumor foi só para aumentar seu poder de barganha com Ross). Raikkonen ainda pode fechar com a McLaren, mas as chances disso acontecer diminuíram muito. Além de Heidfeld, Adrian Sutil e mesmo um Kovalainen permanecendo no time são possibilidades conversadas nos bastidores. Para mim, qualquer uma das três escolhas não seria do nível que uma McLaren deveria ter. Ainda mais olhando a dupla de pilotos da arqui-rival Ferrari para 2010.

domingo, 25 de outubro de 2009

TV BLOGO – PINK FLOYD: UMMAGUMMA


“Ummagumma” é o disco mais alternativo de uma banda alternativa por si . E é o meu favorito dentre a obra do Pink Floyd. O lançamento do álbum duplo ocorreu há exatos 40 anos e para embalar esse fim de domingo, nada como curtir a tranqüilidade de “Grantchester Meadows” nesse raro vídeo, uma dessas preciosidades que uma alma bondosa disponibilizou no You Tube. Boa audição!

sábado, 24 de outubro de 2009

TV BLOGO – SUTIL AO PIANO


Meu primeiro post aqui no blog foi o de Elio de Angelis tocando piano num programa da tevê alemã. Duas décadas e meia depois, é Adrian Sutil quem demonstra seu talento durante uma reportagem para a F1 Racing. O vídeo é curtinho, mas a naturalidade com que ele brinca de tocar “Rhapsody In Blue” mostra que o talento ali é grande. Aliás, fora De Angelis, Johnny Claes e Sutil, que pilotos da F-1 também pilotavam bem um instrumento?

TV BLOGO – YAS MARINA CIRCUIT

O circuito de Abu Dhabi foi oficialmente aberto poucos dias depois do GP do Japão, com Bruno Senna e Martin Brundle levando alguns convidados para umas voltas em um Fórmula 1 de dois lugares. Pelas imagens do vídeo acima, meus temores aumentaram: a pista parece lindíssima, mas com um traçado um tanto enfadonho, repleto de curvas de baixa velocidade. Ainda quero conferir tudo de perto antes de proferir meu julgamento final, mas vou para lá com as expectativas lá embaixo. Tomara que eu me surpreenda. E você, o que achou?

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

TUDO NA MESMA?

Jean Todt é o novo presidente da FIA. O resultado esperado contraria o desejo da maioria dos fãs expressados em enquetes informais em sites do mundo todo. Aqui no blog, os que preferiam Vatanen no poder superaram os 78%. Mais que a preferência por um ou outro indivíduo, o que os torcedores expressaram foi o desejo por mudanças, depois de tantas confusões nos últimos anos que jogaram o esporte em segundo plano.

O discurso de Todt antes do pleito se baseou justamente nisso. “Queremos desenvolver a Fórmula 1 para que todos os envolvidos saiam ganhando, as equipes e os torcedores também”, afirmou. Que isto não se torne um discurso vazio de campanha. Creditar o vazio das arquibancadas durante toda a temporada de 2009 apenas à crise econômica é ignorar o cerne do problema. Enquanto o público tiver a sensação que a política prevalece sobre o esporte, ela vai continuar direcionando seu interesse em outras plagas. O francês vai ser o responsável por reverter isso – e, o pior, seu passado sugere que sua linha de pensamento é justamente a da política em nome da vitória.

Mas não sejamos tão pessimistas quanto ao novo presidente. Quem sabe seu passado não ajude também a levantar o pobre Mundial de Rali, que apesar dos pesares está fazendo uma decisão de temporada das mais eletrizantes neste final de semana – ignorada completamente pela grande mídia, tamanho o descaso com que Max Mosley geriu o WRC nos últimos anos.

Eu temo a continuidade, Jean, mas a torcida é para que você nos surpreenda. Que a imagem acima não seja o símbolo do seu trabalho e você não vire as costas ao público. Boa sorte, Jean!

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

FOTOS DO DIA – GP DO BRASIL DE 1975

Pouco antes de embarcar de volta à Europa recebi este belo presente da amiga Rosely Baccarin: fotos que captam a atmosfera do circuito de Interlagos em 26 de janeiro de 1975, pouco antes da largada do GP do Brasil. Imagens que devem ser ampliadas (clique nelas) para uma comparação de quem, como eu, esteve em Interlagos no último domingo. A quantidade de gente na beira da pista, o calor que deveria estar fazendo e a ampla visão que o circuito permitia são o que mais chamam a minha atenção. E para você?


Obrigado, Rosely! E quem tiver preciosidades como estas guardadas em casa, é escanear e mandar por e-mail que terei o maior prazer em publicá-las.

NA TELINHA

No domingo à noite, enquanto Jenson Button ainda tentava compreender sua realidade de mais novo campeão do mundo, o ótimo pessoal do “World Of Wheels” já gravava o programa analisando a prova, do qual eu tive o prazer de ser convidado. O resultado você confere aqui.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

TV BLOGO – QUEEN


Hora de voltar prá casa e de se preparar para a prova que encerra a temporada em Abu Dhabi. Fica de despedida a música que marcou a passagem pelo Brasil. Afinal, o canto desafinado e alegre de Jenson Button marcou a comemoração dos dois títulos da temporada, o dele e o da Brawn GP. Aqui, “We Are The Champions” na versão original. Ainda bem, com um baita cantor que é o Freddy Mercury. Parabéns aos campeões da Fórmula 1 em 2009. Que viveram realmente um ano de conto-de-fadas, no qual o sapo que seria o fechamento da fábrica em Brackley se transformou num triunfo principesco. Sensacional!

terça-feira, 20 de outubro de 2009

CREDENCIAL – GP DO BRASIL

Demorou, mas chegou: o “Credencial” do GP do Brasil traz uma análise sobre o campeão da temporada e também sobre seu companheiro de equipe, afinal Jenson Button e Rubens Barrichello foram os principais protagonistas de um ano ao mesmo tempo interessante e confuso. O programa explora também os principais lances da corrida em Interlagos, tudo isso na primeira parte. Na segunda, a mais longa, respondo à todos os comentário de vocês, explorando também o tema do mercado de pilotos para 2010. Boa audição!


PARTE 1



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PARTE 2



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domingo, 18 de outubro de 2009

BUTTON CAMPEÃO

O que parecia improvável, pelo grid, acabou acontecendo: Jenson Button deixa Interlagos como o campeão da temporada 2009 da Fórmula 1. O inglês fez uma grande corrida, agressiva, para merecer o título sem depender dos adversáriosnem precisaria, o desempenho geral do carro tirou de Rubens Barrichello a chance de uma colocação significativa. Mas foi bonito ver a festa da Brawn, a maneira amigável com que o brasileiro festejou o título do companheiro de equipe. E principalmente a alegria incontida de Jenson Button, que pode não ser o piloto que mais brilha dentro das pistas, mas é um cara muito legal, sem arroubos de estrelismo ou coisas do gênero.


Eu gostei da corrida, cheia de lances para ver, rever e comentar: a confusão na primeira volta, o incêndio nos boxes, o corridão que fez Lewis Hamilton, a estréia marcante (em vários sentidos) de Kobayashi. E tem muito mais para falar no “Credencialque vai ao ar amanhã, como o mercado de pilotos e a transmissão de fôlego da equipe do Grupo Bandeirantes de Rádio. Assunto o suficiente para a edição mais longa do ano. Conto com os comentários de vocês!

JUNTOS?

é mais que um rumor, mas ainda muito longe de uma confirmação. Adrian Campos disse ontem na Espanha que considera três pilotos para sua equipe em 2010: Pedro de la Rosa, Bruno Senna e Nelsinho Piquet. A notícia do “As” que confirmou os dois primeiros na equipe foi um pouco precipitada. Pelo que apurei aqui, nãonada certo em relação à isso. E Bernie Ecclestone trabalha para realizar este seu sonho” de uma dupla Senna/Piquet – vale lembrar que Bruno e Nelsinho se dão bem. A Campos estaria atraindo patrocinadores brasileiros, que também adorariam esta idéia.


Agorapouco, entrevistei Peter Windsor, chefe de equipe da USF1, e perguntei sobre o lado moral de se trabalhar com Nelsinho. “Por causa de Cingapura? Por mim, não teria nenhum problema”, disse ele, ilustrando um pouco a linha de pensamento do pessoal das equipes novas.


Repito: o que há de verdade até agora é apenas a declaração de interesse de Adrian Campos. Mas uma eventual dupla de pilotos como essa seria uma notícia bombástica para a Fórmula 1. O que vocês acham?

sábado, 17 de outubro de 2009

CONCENTRAÇÃO

Daqui a pouco os motores vão roncar em Interlagos, com os carros indo para a pista para o primeiro treino livre do sábado. Pela mobilidade que o equipamento usado no GP do Brasil me permite, acompanhei as duas sessões de hoje da frente dos boxes – e farei o mesmo até domingo, claro. O que mais impressionou foi ver de perto as expressões dos pilotos se preparando para ir à pista. Captei algumas para vocês. Clique nas imagens para ampliar e confira!