terça-feira, 31 de julho de 2007

RADIOGRAFIA - LOTUS 49 COSWORTH DFV

Projeto de Colin Chapmam, Maurice Philippe e Cosworth Racing.

Porque este carro é um marco na história da Fórmula 1? Clique para ampliar e comente!

7 comentários:

TP disse...

Esse carro é um marco por ter sido o primeiro a usar os motores cosworth que alguns anos mais tarde dominariam a F1, outro marco histórico desse carro é que ele quebra feito casca de ovo......

Acho que só com a dupla Gram Hill e jim Clark, pra fazer essa belezinha vencedora... Pena que do outro lado tinhamos Jack Brabham e James Hulme....

liamag disse...

Além do motor, esse carro me faz sonhar com uma época que a F1 podia realmente inovar, podia usa asas móveis, tração nas quatro rodas, motores de turbina,... praticamente tudo que a genialidade dos projetistas pudesse conceber. Hoje em dia a F1 se resume a uma guerra de novos "penduricalhos" aerodinâmicos e alguma pesquisa de material, boa parte limitada com o ridículo "congelamento" dos motores...

Anônimo disse...

Embora o Lotus 49 seja uma joia no duplo sentido ,para mim ele marca o divisor de aguas entre a F1 classica e a moderna,aquela que durante mais de dez anos se transformou na batalha entre Ford e FIAT ,com figuração da Alfa e Matra até que a Renault viesse com o Turbo.
Acho que por isso o GPL faz tanto sucesso ,muitos tipos de motores ,das mais diversas fontes,bloco de serie como no Repco ,o resucitado Maserati de 1957 com seu emaranhado fios das velas,o maravilhoso H16 que foi o primeiro carro com motor na traseira a usar o motor como estrutura do chassis(D50 tambem ,mais era motor dianteiro).
Só em 1991 é que teve na F1 um numero superior de marcas de motor.

Jonny'O

Smirkoff disse...

O 49 foi pensado como uma plataforma para o motor Cosworth; foi projetado em torno do motor, usado como elemento estrutural do carro. O fator estrutural não era exatamente uma novidade, mas o conjunto obtido foi extraordinário na época. Mas o 49 tinha seus defeitos: "mergulhava" demais nas frenagens, "empinava" demais em aceleração, era difícil de acertar, e frágil, segundo a estratégia de Chapman de partir do menor peso possível em todos componentes. Para Clark era quase perfeito, Hill se esgotava acertando-o, Rindt era rapidíssimo nele, apesar de não se sentir confortável com o carro.

luiz eduard disse...

É. E nessa época os desenhos eram feitos na mão....

walter disse...

Importante: esse é o carro com que Emerson estreou na F1 em Brands Hatch. Lotus 49, na versão C, patrocínio Gold Leaf, muito bonita.

walter disse...

Outra coisa: raios-x (agora aprendi que se chamam 'see-through') são raros, mas são muito interessantes! Manda mais!