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terça-feira, 3 de março de 2009

TV BLOGO – HÉLIO CASTRONEVES

Se você acha que Hélio Castroneves está passando um aperto no julgamento em um tribunal norte-americano, é porque ainda não viu o vídeo acima. “Was that close or what?”. Meu amigo, foi o mais perto que você possa imaginar...

Falta um parafuso nesses caras!

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

MINIATURAS – RENAULT E FIAT

No último GP da Hungria, eu havia postado uma fotografia de uma placa em homenagem a Ferenc Szisz, vencedor do primeiro Grande Prêmio da história, na França em 1906. Isto motivou a ótima contribuição acima do Becsom: o Renault AK utilizado por Szisz na corrida, à direita. De quebra, a imagem traz ainda um FIAT Corsa S.74, utilizado por David Bruce Brown na primeira edição das 500 Milhas de Indianápolis, em 1911, quando chegou em terceiro lugar.

Belos bólidos dos primórdios do automobilismo, carros na essência, mas que já eram utilizados nas corridas pelas fabricantes para testar novidades para os veículos de série. E tinha de ser muito macho para pilotá-los: Szisz ganhou o GP da França depois de 12 horas (!) de corrida, disputada em duas baterias de seis horas em dois dias consecutivos.

domingo, 25 de maio de 2008

FOTO DO DIA – 500 MILHAS DE INDIANÁPOLIS DE 1965

Mesmo estando aqui em Mônaco, impossível não lembrar que hoje tem 500 Milhas de Indianápolis. Eu não gosto de corridas em ovais, mas esta é sensacional. Não digo isto pela tradição apenas, mas principalmente pelas características da pista: um oval diferente, desafiador, cheio de segredos, velocíssimo sem ser uma auto-estrada sonolenta como os chamados “Superspeedways”.

E se nos referirmos à tradição, é sempre bom lembrar dos anos da “invasão européia”. Em 1965, esta era a primeira fila do grid: A. J. Foyt (embaixo), Jim Clark (no meio) e Dan Gurney (em cima). O escocês venceu, com um pé nas costas, liderando 190 das 200 voltas realizadas. No mesmo ano, foi também campeão mundial na Fórmula 1 (clique na imagem para ampliar).

Não é preciso dizer muito mais coisas sobre ele, né?

sexta-feira, 16 de maio de 2008

MINIATURAS – PENSKE PC-23

Maio é um mês no qual só se fala das 500 Milhas de Indianápolis. A prova tem tradição, sobreviveu aos anos de IRL, especialmente os primeiros, e aos poucos volta a crescer. Mas o charme da prova não está apenas na tradição, mas também no próprio oval, que tem vários segredos sim.

Acima está uma miniatura do Penske com o qual Al Unser Jr venceu a prova – e, depois, também o campeonato – de 1994, feita pela Minichamps na escala 1:18. A colaboração é do Alexandre Bisolotti.

sábado, 16 de fevereiro de 2008

CÍRCULO FECHADO

Jonny’O me enviou nesta semana estas curiosas imagens mostrando os carros pilotados por Mario Andretti em 1980: o Penske com o qual correu as 500 Milhas de Indianápolis (e foi derrotado pelo Chaparral com efeito-solo de Johnny Rutherford) e a Lotus 81 utilizada na disputa do Mundial de F-1, com parcos resultados: ele somou apenas um ponto com um sexto lugar na última corrida do ano. Clique para ampliar!

Em comum os carros tinham o patrocinador, a companhia de petróleo Essex. Eu me lembrava por cima da prisão de seu proprietário, David Thieme, mas pesquisando agora fundo sobre o tema, deu para perceber como os grandes atores da Fórmula 1 – os donos do dinheiro – convivem há tempos numa enorme orgia financeira.

Pois a história do senhor Thieme é, resumidamente, a seguinte: ele era um desenhista industrial americano que juntou uma boa bolada na sua área e resolveu multiplicá-la investindo em petróleo. Basicamente, ele comprava uma boa reserva quando a demanda era baixa e esperava alguma instabilidade política elevar o preço para vender por uma grana preta. Para isso, fez vários empréstimos com o Credit Suisse (hoje, patrocinador da BMW Sauber).

Em 1981, quando a guerra Irã-Iraque explodiu, houve algum desentendimento entre credor e devedor, e Thieme foi preso em Zurique. O confinamento não durou mais que uns dias, bastou pagarem a fiança. Pouco tempo depois, porém, a Essex Petroleum e seu dono sumiram do mapa financeiro.

Ah! Sabem quem pagou a pesada fiança para tirar o norte-americano detrás das grades? Foi o saudita Akram Ojjeh, pai de Mansour (sócio-proprietário da McLaren) e fundador da Techniques d’Avant-Garde (TAG – ex-patrocinadora da Williams e da própria McLaren).

Ê mundo pequeno!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

PIQUET – ANTES E DEPOIS DA FÓRMULA 1

Nelson Piquet, o pai, sempre se destacou por sua maneira direta nas entrevistas – muitas vezes interpretada por má vontade ou má educação. No pouco contato que eu tive com ele, uma coisa me ficou clara: se ele não estiver com vontade de falar, ele não vai falar. E quando falar, irá expressar exatamente o que pensa. Estes dois vídeos são ótimos exemplos disto. Aqui, após vitória na Fórmula Super Vê em 1976, a sinceridade do piloto - que ainda era chamado de Nelsinho - deixa o narrador desconcertado. Nesta outra, dá para ver a tranqüilidade que ele encarava o desafio de Indianápolis em 1992, antes de sofrer o mais terrível acidente da sua carreira. Divertido e sincero.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

MERCEDES W154 PÓS II GUERRA

Rápido como uma flecha prateada, o intrépido Jonny’O já me envia uma foto do Mercedes Benz W154 utilizado por Duke Nalon nas 500 Milhas de Indianápolis de 1947 e 48 – retratado dois posts abaixo nas miniaturas do César Pedrini. Fico só imaginando qual a história por trás da ida desta jóia aos Estados Unidos. “Fiquei sabendo disso há pouco tempo. Antes, imaginava que os carros prateados da pré-guerra nunca mais tinham participado de uma corrida”, escreveu ele.

Jonny, vale lembrar da participação de um trio de W154 em duas provas da “Temporada” Argentina de 1951, com Juan Manuel Fangio, Karl Kling e Herrmann Lang, num ensaio do retorno definitivo da marca alemã ao automobilismo, o que ocorreria três anos depois (e com esta mesma turma, basicamente).

Excelente a imagem, obrigado!

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

O HONDOLA

O grande Jonny’O encontrou estas imagens que explicam claramente porque o Honda RA300, de 1967, tinha o apelido de “Hondola”. A equipe japonesa abandonou o chassi pesadão que haviam produzido e equiparam seu potente motor em um chassi Lola – o mesmo que havia sido utilizado por Jackie Stewart nas 500 Milhas de Indianápolis (à esquerda na foto). Compare os recortes da carenagem na região da suspensão dianteira com os do RA300 (à direita na foto – clique para ampliar). Este carro “híbrido” correspondeu e conseguiu a mais famosa vitória da Honda e também de John Surtees na Fórmula 1, no GP da Itália de 1967.

domingo, 11 de novembro de 2007

FOTO DO DIA – INDY 500 1965

A vitória de Dario Franchitti nas 500 Milhas de Indianápolis deste ano trouxe à memória o triunfo de Jim Clark em 1965. Mas, sem falar na qualidade dos pilotos, há uma diferença básica entre os dois feitos: o de Dario ocorreu na base da sorte, após diversas interrupções por causa da chuva; o de Clark foi um massacre, com o piloto da Lotus liderando 190 das 200 voltas da prova. Sem falar que o carro do pioneiro era um colírio para os olhos (clique para ampliar)!

terça-feira, 28 de agosto de 2007

MINIATURAS - EAGLE INDY500 1968

Alguém viu meu babador por aí?

A miniatura de hoje é especialíssima: esta é a Eagle construída e pilotada por Dan Gurney nas 500 Milhas de Indianápolis de 1968, na qual ele obteve o segundo lugar. A Eagle é meu carro favorito no GPL e este modelo da Indy não difere muito do que Gurney usou na F-1. O kit AMT na escala 1:24 pertence e foi montado pelo Marcos Smirkoff. Sendo um da turma dos perfeccionistas, ele próprio moldou o pára-brisas, em acetato. Clique para ampliar!

Marcos, se um dia faltar espaço na sua casa e você tiver que se desfazer de alguma coisa, me escreve, viu? Esta jóia ficaria em ótimas (e incrivelmente felizes) mãos! (Pelo menos eu tentei, né?)