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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

MINIATURAS - FITTIPALDI FD04

Outro dia pingou na minha caixa de e-mails esta verdadeira jóia produzida pelo Luiz Iritani. O FD04 na versão utilizada no GP da Espanha de 1976 está reproduzido aqui com uma impressionante atenção aos detalhes, seja no cockpit, na curiosa entrada de ar superior ou na traseira do carro desenhado por Ricardo Divila. O mais legal é que a miniatura é de montar. Iritani trabalhou na fábrica que a Tamiya tinha no Brasil e depois passou a criar os seus próprios kits. Trabalhos como o dele e também o do Antonio Apuzzo, da Automodelli, são uma agradável variante num mercado mundial dominado por duas ou três marcas. E com o diferencial de registrar nas minis capítulos importantes do automobilismo brasileiro. Vale prestigiar!

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

23

Primeiro foi Fernando Alonso, depois Lewis Hamilton e, agora, Sebastian Vettel. O principal fato dessa década da Fórmula 1 é que o recorde de precocidade entre campeões mundiais foi quebrado por três vezes após ficar mais de trinta anos em poder de Emerson Fittipaldi. O talento ainda conta muito, claro que é o quanto os três novos recordistas são especiais. Mas a categoria evoluiu de uma forma que a experiência deixou de ser um componente fundamental. Basta velocidade, competência e, claro, uma boa dose de sorte em estar no carro certo no momento certo. Para ilustrar essa evolução, vale um exercício de comparar em que estágio da carreira estavam estes 15 campeões ao completar 23 anos de idade.

Sebastian Vettel (Alemanha - campeão aos 23 anos e 134 dias)
Comemorou seu 23º aniversário ainda saboreando os louros de sua segunda vitória na temporada, mas ainda na terceira colocação da tabela. Ganharia o título na última corrida.

Lewis Hamilton (Inglaterra - campeão aos 23 anos e 300 dias)
Completou 23 anos em janeiro de 2008, com a experiência de uma temporada de F-1 na qual quase foi campeão. Terminaria o ano, seu segundo na categoria, com o título.

Fernando Alonso (Espanha - campeão aos 24 anos e 58 dias)
A temporada de 2004 não foi das melhores para o espanhol, quarto colocado ao final. Mas tinha conseguido no ano anterior sua primeira vitória na F-1, no GP da Hungria.

Michael Schumacher (Alemanha - campeão aos 25 anos e 314 dias)
Fez em 1992 sua primeira temporada completa na categoria, conseguindo no GP da Bélgica daquele ano a primeira de suas 91 vitórias.

Ayrton Senna (Brasil - campeão aos 28 anos e 223 dias)

Fez o seu primeiro teste com um carro de Fórmula 1, em julho de 1983, meses depois de completar 23 anos. Seria o campeão da F-3 Inglesa naquela temporada.

Alain Prost (França - campeão aos 30 anos e 224 dias)
Ganhou em 1978 o título da Fórmula 3 Francesa, ficando em nono lugar no certame Europeu. Venceria ambos os títulos no ano seguinte antes de ascender à F-1 em 1980.

Nelson Piquet (Brasil - campeão aos 29 anos e 60 dias)
Teve um ano de muito trabalho, aprendizado e poucos resultados na Fórmula Super-Vê em 1975, mas se sagraria campeão da categoria na temporada seguinte.

Niki Lauda (Áustria - campeão aos 26 anos e 197 dias)
Fez em 1972 sua primeira temporada completa na Fórmula 1 ao comprar uma vaga na equipe March. Não somou nenhum ponto ao final de um ano repleto de problemas.

Emerson Fittipaldi (Brasil - campeão aos 25 anos e 272 dias)
Completou 23 anos em dezembro de 1969, recém-coroado campeão da F-3 Inglesa. Venceria sua primeira corrida de Fórmula 1 antes mesmo de completar 24.

Jackie Stewart (Escócia - campeão aos 30 anos e 88 dias)
Foi no ano de 1962 que ele decidiu se tornar um profissional, ganhando as duas primeiras corridas de sua carreira, pilotando carros esporte na Grã-Bretanha.

Jim Clark (Escócia - campeão aos 27 anos e 188 dias)
O talentoso piloto já estava em seu quarto ano de competições em 1959, quando somou 23 vitórias em diferentes categorias. No ano seguinte, estrearia na F-1 pela Lotus.

Jack Brabham (Austrália - campeão aos 33 anos e 254 dias)
Trabalhava como mecânico em 1949 e disputava corridas de Speedcar em ovais curtos de terra, sagrando-se campeão australiano da modalidade.

Alberto Ascari (Itália - campeão aos 34 anos e 38 dias)
O conflito cada vez mais acirrado na Europa em 1941 encerrou as atividades automobilísticas oficiais, mas Ascari havia feito sua estreia em quatro rodas na Mille Miglia do ano anterior.

Juan Manuel Fangio (Argentina - campeão aos 40 anos e 126 dias)
A carreira competitiva do mecânico da cidade de Balcarce estava apenas começando em 1934, com as primeiras participações em provas de Turismo Carretera da região.

Giuseppe Farina (Itália - campeão aos 43 anos e 307 dias)
O primeiro campeão da F-1 já tinha disputado sua primeira corrida, mas em 1929 sua concentração era na faculdade de direito. Só viraria piloto profissional três anos depois.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

MINIATURAS - LOTUS 72

Boa lembrança do Bruno Vicaria hoje cedo: os 40 anos da primeira vitória de Emerson Fittipaldi na Fórmula 1, um momento que colocou o Brasil no mapa do automobilismo mundial. Para recordar a prova, vale conferir esse material no Tazio.

Aqui, a homenagem fica por conta dessa linda miniatura enviada pelo Luiz Iritani. Nos acostumamos tanto com a Lotus 72 pintada em preto e dourado que às vezes nos esquecemos da beleza do modelo nas cores do cigarro “Gold Leaf”. O Luiz nos relembra aqui, com esse kit Tamiya na escala 1:12 que traz todos os detalhes inovadores do projeto de Colin Chapman e Maurice Phillipe, como as pinças do freio montadas na parte inferior para abaixar o centro de gravidade.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

PILOTOS CONVOCADOS

Emerson Fittipaldi não vai apenas virar nome de reta e pilotar o Lotus 72 em Interlagos. Posso adiantar que ele será também um dos quatro comissários de prova, repetindo o papel que já desempenhou nos GPs do Canadá e da Itália.

A FIA determinou também os “pilotos-juízes” das outras corridas da temporada: Alexander Wurz (que já havia atuado na China) em Suzuka; Alan Jones (estreando na função) na Coréia do Sul; e Emanuele Pirro (outro estreante) em Abu Dhabi.

Difícil dizer qual efeito prático esta novidade introduzida neste ano teve nas corridas. Algumas decisões foram acertadas, outras não - nada muito diferente do que tínhamos nos anos anteriores. E a demora em tomar decisões incomodou por diversas vezes. Pelo menos, acho que a presença dos pilotos aumenta um pouco a credibilidade do trabalho dos comissários. E você, o que achou?

(Foto Luis Fernando Ramos)

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

FOTO DO DIA – GP DO BAHREIN DE 2010

O “Credencial” do GP da Hungria será gravado amanhã cedinho, então ainda dá tempo para você opinar/perguntar sobre a prova no post abaixo. Este aqui serve para celebrar a presença de Emerson Fittipaldi pilotando a Lotus 72 em Interlagos, uma baita homenagem para colorir o GP do Brasil que eu adiantei para vocês no final de semana. Quanto as ameaças feitas por Bernie Ecclestone quanto ao futuro da prova no país, apreciem com moderação como tudo o que ele fala: a verdade está sempre nas entrelinhas e nunca no conteúdo direto das frases.

(Foto Luis Fernando Ramos)

sábado, 17 de julho de 2010

TV BLOGO – EMERSON FITTIPALDI EM MÔNACO


Não é uma volta voadora. Mas um passeio em Mônaco tendo Emerson Fittipaldi como chofer de uma McLaren M23 sempre vale a pena. Três ícones que ajudaram a fazer da Fórmula 1 um dos grandes espetéculos esportivos do planeta. Aperte o play (e os cintos) e bom passeio!

quarta-feira, 30 de junho de 2010

OS TRÊS PILOTOS DA HISTÓRIA DA LOTUS

Mais uma enquete com um resultado de respeito. Sete títulos mundiais contam apenas metade da história. A verdade é que Jim Clark (83% dos votos), Emerson Fittipaldi (70%) e Ayrton Senna (44%) incorporam o espírito de verdade da Lotus em suas respectivas décadas. Colin Chapman, que venerava o escocês, teve suas diferenças com o “Rato” e nem chegou a conhecer o “Beco”, estaria orgulhoso dessa lista.

JIM CLARK
(Corridas pela Lotus: 72; Títulos: 2; Vitórias: 25; Poles: 33; Melhores voltas: 28)
A trajetória de um dos grandes pilotos da história se confunde com a da própria Lotus. Jim Clark começou em monopostos correndo de Fórmula Júnior sob a tutela de Colin Chapman. Logo estreou na Fórmula 1 e venceu os dois primeiros títulos na história da equipe. Poderia ter sido mais, mas também pagou o preço de desenvolver novas idéias do gênio inventivo de Chapman em alguns anos. E acabou perecendo num acidente em uma corrida menor de F-2, causado aparentemente por um pneu estourado. Ganhou um status de mito e deixou um grande vazio no esporte.


EMERSON FITTIPALDI
(Corridas pela Lotus: 42; Títulos: 1; Vitórias: 9; Poles: 4; Melhores voltas: 5)

O que seria da participação brasileira na Fórmula 1 se o olho aberto de Colin Chapman não apostasse naquele jovem piloto que vinha fazendo bonito em corridas de F-3 e F-2? Emerson Fittipaldi entrou na equipe no meio da temporada de 1970 e virou o número 1 natural do time depois da trágica morte de Jochen Rindt e de sua vitória no GP dos EUA daquele ano. Em 1972, fez uma temporada excepcional com cinco vitórias em doze corridas. Mas bateu cabeça com Chapman no ano seguinte pela divisão no time com a chegada de Ronnie Peterson. Pegou a mala e foi ser campeão na McLaren.


AYRTON SENNA
(Corridas pela Lotus: 48; Títulos: 0; Vitórias: 6; Poles: 16; Melhores voltas: 6)

Muita gente pode estranhar a presença de Senna nesta lista à frente de pilotos que foram campeões pela Lotus, como Graham Hill, Jochen Rindt ou Mario Andretti. Mas é uma ótima escolha: o brasileiro foi o responsável pelos últimos suspiros de sucesso da equipe, conquistando em 1987 a última vitória do time na corrida de Detroit. Seu sucesso na Lotus gerou inevitáveis comparações com Jim Clark, mas o brasileiro entendeu rápido que o futuro do time, sem Chapman e com a grana cada vez mais curta, era limitado e tratou logo de arrumar um lugar na melhor equipe daquele momento, a McLaren.

(Fotos Luis Fernando Ramos - topo - e reprodução Internet)

quarta-feira, 17 de março de 2010

PAPO COM O RATO

No domingo pela manhã no Bahrein, os jornalistas foram convidados para um encontro com Emerson Fittipaldi no hospitality da Renault. O bicampeão faz o papel de embaixador da fabricante de relógios TW Steel e anunciou o lançamento de um modelo em comemoração dos 40 anos da primeira vitória brasileira na Fórmula 1, em outubro. A conversa durou cerca de meia hora e aconteceu de maneira bem informal, entre suco de laranja e folheados. E ele falou muito de história e um pouco da Fórmula 1 atual. O tempo passou rapidinho:

Sobre
voltar a pilotar a Lotus 72
É o
chassi número cinco, o carro que eu ganhei em Monza e também o que eu ganhei em Watkins Glen em 1970, o mesmo chassi. Ah, e ganhei com ele no Brasil também! Tem uma foto da chegada, o Colin Chapman jogando o boné para cima e o Peter Warr do lado. E o Peter está aqui! Ontem eu guiei, e o carro está igual: posição de banco, volante, está igual. O Eddie Dennis que era meu mecânico-chefe, montou o carro de novo. Tem coisas que na Inglaterra! Espero hoje dar no mínimo dez voltas. Ontem o cara teve que me tirar da pista. Foi o máximo, a primeira vez que eu andei com o carro numa pista de verdade desde os anos 70. Eu acelerei o que dava, mas a pista é muito longa, eu demorei um tempo para memorizar os seis quilômetros. Hoje eu vou estar melhor.

Lotus 72
ou McLaren M23?
Tecnicamente, a Lotus
era melhor. Sempre falo, foi o melhor carro que eu guiei na minha vida. A McLaren era melhor de organização e logística, melhorando o carro a cada grande prêmio. Mas como chassi... A Lotus do fim de 71, que foi quando acertamos o carro, até eu sair do time em 73 era demais!

A
relação com Jackie Stewart
O Jackie, de
todos os campeões, foi o que eu tinha mais ligação. É meu amigo até hoje. Mas os meus primeiros anos na F-1 foram os últimos dele. Ele é muito mais velho! (risos) Ele era de outra geração que a minha. Mas sempre houve um respeito muito grande.

Melhor
amigo na Fórmula 1
Meu
melhor amigo foi o Ronnie Peterson. Na convivência fora das pistas. Eu ficava na casa dele na Inglaterra, ela ficava na minha na Suíça. Ele era espetacular, muito rápido. Tinha um estilo muito bonito, colocava o carro de lado. O Ronnie era muito mais atirado que eu, era admirável. Ele fazia a Woodcote em Silverstone dando uma respirada em quinta e entrava!

A
tragédia de Montjuic em 1975
Jochen (
Mass) correu porque ele quis. A Philip Morris nunca me pressionou. Nem o Teddy (Mayer, chefe da equipe). Eles foram muito bacanas, falaram que a decisão de correr ou não era inteiramente minha. Quem encheu o saco foi o (Jean-Marie) Balestre (n.R.: era comissário esportivo da FISA na época). Me suspendeu, , quando o avião pousou em Genebra, ele retirou a suspensão por conta da tragédia que tinha acontecido. Mas vamos falar de coisas boas, vai!

Adrian Newey

O
primeiro trabalho do Adrian foi com a gente na equipe Fittipaldi. Quem o achou foi nosso projetista. O Harvey Postlethwaite foi atrás do melhor especialista em aerodinâmica que tinha e encontrou o Adrian no Imperial College. Isso foi em 1980.

Os
desempenhos de Felipe Massa e Sebastian Vettel
O
desempenho do Massa não me surpreendeu. Vim com ele no mesmo avião do Brasil, conversamos muito e ele está ótimo. O Vettel também não me surpreendeu. No ano passado, ele foi o mais rápido na parte final do campeonato. E o Adrian, quando acerta a mão de um carro...

Equipe
novas
Eu
acho que a F-1 tem sempre equipes que chegam e que vão. É uma fase de transição e eu acho o máximo que mais gente está tendo a chance de entrar na categoria. Mas é um passo difícil. Economicamente, está difícil para todo mundo. Os tempos mudaram. Mas acho também que essas equipes vão crescer rapidamente depois de mais duas ou três corridas, porque têm gente competente nelas para fazer isso. Só falta tempo e dinheiro.

A
volta da Lotus
A
volta é o máximo. Estava falando muito com o Clive Chapman. Ele nunca gostou de carro novo. Cresceu sempre gostando da história da Lotus. Eu sempre perguntava para Hazel, a mulher do Colin, se ele queria continuar com a equipe e ela dizia que não, ele preferia cuidar dos modelos antigos. Então eu acho que agora surgiu a oportunidade do Clive ver a equipe do pai dele continuar. A essência da Lotus está ali, o nome, a responsabilidade.

segunda-feira, 15 de março de 2010

FESTA IMODESTA

Uma onda gigantesca de nostalgia tomou conta do paddock do circuito do Sakhir no início da tarde de ontem. A festa dos 60 anos da Fórmula 1 teve o mérito de reunir no Bahrein dezoito dos vintes campeões mundiais vivos. faltaram mesmo os que eu havia adiantado em primeira mão aqui no blog. Kimi Räikkönen tinha um teste marcado com seu carro do WRC e Nelson Piquet, pelos comentários no local, não quis enfrentar o inevitável assédio dos jornalistas em cima do tema Cingapura.


Foi uma grande pena, mas a constelação era tão grandiosa que as ausências mal puderam ser sentidas. A festa começou com vários nomes consagrados pilotando carros históricos. Nigel Mansell pegou o túnel do tempo mais comprido e pilotou a Ferrari 375 Thin Wall Special de 1951 antes de assumir a F500 do ano seguinte – uma boa solução para encontrar cockpits que ele coubesse, afinal. Mika Hakkinen não deixou por dentro e deu suas voltas na Mercedes-Benz W196 de 1954. Desceu do carro com um sorriso enorme no rosto.


Mas nãocomo igualar a emoção de testemunhar o reencontro de lendas e suas máquinas. Quando eu poderia imaginar que veria John Surtees rasgar a reta numa Ferrari 1512, Jackie Stewart na Tyrrell 005 ou Mario Andretti na Lotus 79?


A
emoção de um cenário tão brilhante não ficou restrita apenas a fãs e jornalistas, mas se estendeu às estrelas do evento. “No sábado, estava pilotando quando encontrei no meio da volta o Jackie com a Matra MS80. Caramba, a última vez que eu tinha visto esse carro era na Corrida dos Campeões de 1969, em Brands Hatch, a primeira de F-1 que eu assisti depois que cheguei na Inglaterra”, vibrou Emerson Fittipaldi. “Jamais poderia imaginar que estaria na categoria no ano seguinte, quanto mais fazer parte desta festa maravilhosa aqui. Foi como entrar numa máquina do tempo”.


O
apelo dos nomes foi quase tão grande quanto o das máquinas. Terminadas as voltas, quem esteve na pista se juntou a outros campeões que não chegaram a pilotar. Liderados por um octagenário Jackie Brabham, além de Niki Lauda, Alan Jones, Alain Prost, Jacques Villeneuve e outros. “Black Jack” está obviamente com a saúde frágil, e praticamente surdo, mas agüentou com bravura o forte calor do sol a pino na hora da foto oficial do eventomomento da única escorregada de uma grande festa, depois que Jean Todt colocou sua namorada Michelle Yeoh entre os fotografados, o que não fazia nenhum sentido e pareceu uma baita falta de tato do presidente da FIA.


Mesmo assim, frisei e repito: foi um evento espetacular e uma rara oportunidade de ver a própria Fórmula 1 reverenciando sua história. Conversando com um colega jornalista, o sul-africano Dieter Rencken, surgiu a idéia de ressuscitar a GP Masters, colocando-a no programa dos finais de semana em algumas etapas da F-1. Tenho certeza que um punhado de ex-pilotos, campeões ou não, adoraria participar. E a resposta do público seria sensacional.


Provavelmente receberei um olhar cético e uma resposta atravessada. Mas vou sugerir isso para o Bernie na próxima corrida!

Confira abaixo outras imagens do evento. Clique nelas para ampliar!