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terça-feira, 3 de março de 2009

TV BLOGO – HÉLIO CASTRONEVES

Se você acha que Hélio Castroneves está passando um aperto no julgamento em um tribunal norte-americano, é porque ainda não viu o vídeo acima. “Was that close or what?”. Meu amigo, foi o mais perto que você possa imaginar...

Falta um parafuso nesses caras!

sexta-feira, 16 de maio de 2008

MINIATURAS – PENSKE PC-23

Maio é um mês no qual só se fala das 500 Milhas de Indianápolis. A prova tem tradição, sobreviveu aos anos de IRL, especialmente os primeiros, e aos poucos volta a crescer. Mas o charme da prova não está apenas na tradição, mas também no próprio oval, que tem vários segredos sim.

Acima está uma miniatura do Penske com o qual Al Unser Jr venceu a prova – e, depois, também o campeonato – de 1994, feita pela Minichamps na escala 1:18. A colaboração é do Alexandre Bisolotti.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

A VOLTA DE ZELTWEG

Já são cinco anos que o circuito de Zeltweg jaz nos campos da Estíria como um enorme elefante branco. Depois que a Fórmula 1 se despediu da Áustria e foi buscar sua felicidade (= dinheiro) em outras plagas do planeta, em 2003, boxes e arquibancadas foram inteiramente destruídos para dar início à construção de um mega-projeto bancado pela Red Bull, que incluiria hotéis, centro de treinamento, pista de aviação e, claro, um autódromo. Mas grupos ambientalistas embargaram a obra e a pista ficou inutilizada, com um buraco gigantesco em plena reta onde um dia existiram boxes.

Dietrich Mateschitz, então, foi também buscar a felicidade em outros cantos: comprou duas equipes de Fórmula 1, dois times de futebol e viu sua empresa crescer como nunca. Até refrigerantes “cola” a Red Bull está fabricando. Agora, finalmente Mateschitz resolveu reparar o estrago e disse que irá reconstruir a pista como era antes: com boxes, arquibancadas e até mesmo com a “Westschleife”, o trecho de Zeltweg original que tinha sido inutilizado depois da reforma feita nos anos 90.

Não haveria notícia melhor para terminar a semana. Já estive muito naquela pista e a melhor corrida que vi na minha vida foi lá, a de DTM em 2002. Também dei umas bandas na parte antiga com meu carro de rua, e a segunda curva, cega e em subida, foi repetida pelo menos umas cinco vezes até que eu colocasse a minha integridade física – e a do carro – em risco. Há dez anos vivendo neste canto do planeta, ali é o meu templo do automobilismo.

A construção do velho Österreichring (acima, com a Penske de John Watson) significa a volta de uma pista “de verdade”, com altas médias horárias e curvas de tirar o fôlego, coisa que todo piloto adora. A Fórmula 1, claro, vai passar longe de lá. Mas DTM, WTCC, Superbikes e quem sabe até a MotoGP, por influência da KTM, podem aportar em Zeltweg. Eu aparecerei por lá sempre que puder!

sábado, 16 de fevereiro de 2008

CÍRCULO FECHADO

Jonny’O me enviou nesta semana estas curiosas imagens mostrando os carros pilotados por Mario Andretti em 1980: o Penske com o qual correu as 500 Milhas de Indianápolis (e foi derrotado pelo Chaparral com efeito-solo de Johnny Rutherford) e a Lotus 81 utilizada na disputa do Mundial de F-1, com parcos resultados: ele somou apenas um ponto com um sexto lugar na última corrida do ano. Clique para ampliar!

Em comum os carros tinham o patrocinador, a companhia de petróleo Essex. Eu me lembrava por cima da prisão de seu proprietário, David Thieme, mas pesquisando agora fundo sobre o tema, deu para perceber como os grandes atores da Fórmula 1 – os donos do dinheiro – convivem há tempos numa enorme orgia financeira.

Pois a história do senhor Thieme é, resumidamente, a seguinte: ele era um desenhista industrial americano que juntou uma boa bolada na sua área e resolveu multiplicá-la investindo em petróleo. Basicamente, ele comprava uma boa reserva quando a demanda era baixa e esperava alguma instabilidade política elevar o preço para vender por uma grana preta. Para isso, fez vários empréstimos com o Credit Suisse (hoje, patrocinador da BMW Sauber).

Em 1981, quando a guerra Irã-Iraque explodiu, houve algum desentendimento entre credor e devedor, e Thieme foi preso em Zurique. O confinamento não durou mais que uns dias, bastou pagarem a fiança. Pouco tempo depois, porém, a Essex Petroleum e seu dono sumiram do mapa financeiro.

Ah! Sabem quem pagou a pesada fiança para tirar o norte-americano detrás das grades? Foi o saudita Akram Ojjeh, pai de Mansour (sócio-proprietário da McLaren) e fundador da Techniques d’Avant-Garde (TAG – ex-patrocinadora da Williams e da própria McLaren).

Ê mundo pequeno!

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

FOTO DO DIA – GP DA SUÉCIA DE 1975

Um instantâneo sensacional da prova vencida por Niki Lauda: Ronnie Peterson em sua posição preferida (corrigindo uma traseirada), seguido de perto por Mark Donohue e Tony Brise. Estes dois últimos perderiam a vida antes do Natal daquele ano. Peterson morreria após o GP da Itália de 1978. Nesta prova, Donohue foi o quinto colocado, Brise ficou em sexto. Correndo em casa, Peterson terminou em nono lugar. Clique para ampliar!