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A
Na Europa, o italiano é colocado
A
Uma das
Mais: se
Xodó: o mini Cooper e seu desenho inconfundível.
O Jordan 196 de Rubens Barrichello e Martin Brundle
Ford GT40
Xodó II: o Cooper T41 utilizado por Jack Brabham em 1956, seu início de carreira na Europa.
Bizarrice. Onde o piloto vai se sentar nessa coisa?
Um Brabham, mas qual? Você sabe?
Este é para homenaear o Pandini. Tenho certeza que ele gostaria de um Porsche assim. Eu também!
Em 2001, a Honda (e não a Mugen-Honda) passou a fornecer motores também para a equipe de Eddie Jordan, além de continuar a parceria com a BAR. Os primeiros pódios nesta nova fase vieram com Jacques Villeneuve na Espanha e na Alemanha. Na foto acima, o canadense está numa das chicanes da velha Hockenheim (saudades) entre Jarno Trulli, da Jordan, e seu companheiro de equipe Olivier Panis. No geral, porém os resultados continuaram modestos: a Jordan ficou em quinto entre as equipes, a BAR em sexto.

“Ele entrou nos boxes com o motor falhando e desceu do carro. Fui olhar os dados da telemetria e percebi que um dos sensores tinha dado problema e estava acusando, de forma errônea, que uma das rodas estava girando em falso. Com isso, o controle de tração automaticamente cortava a potência do motor”, relembra.
Eckelaert sabia que podia simplesmente desligar o sensor e sugeriu que Kimi voltasse à pista – sem controle de tração. “Já havíamos perdido quatro voltas no processo, mas poderia ser que sobrassem poucos carros ao final da prova e, como era a primeira corrida dele em Mônaco, e ainda faltavam umas sessenta voltas, seria importante para ele acumular experiência. Só falei para ele ter cuidado, porque qualquer erro na hora de acelerar, resultaria num acidente”.
Neste momento, o belga faz uma pequena pausa para suspirar. E continua: “Ele foi até o final e ainda fez a sexta melhor volta da corrida, sem o controle de tração! É um grande piloto”, elogiou.
E quem seríamos nós para duvidar?


Achava a Jordan uma
A
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