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segunda-feira, 5 de abril de 2010

CREDENCIAL – MALÁSIA

Mais compacto pela urgência de ir ao aeroporto e o desejo de estar em casa, mas não menos informativo, apaixonado e musical: aqui está o Credencial que fala da vitória de Sebastian Vettel, da boa fase da Red Bull, da liderança de Felipe Massa e de tudo mais que teve de relevante em Sepang. Como de praxe, com meus comentários gerais na parte 1 e as perguntas de vocês na parte 2. Aperte o play (ou baixe pelo link) e boa audição!

(Foto Luis Fernando Ramos)

PARTE 1


PARTE 2

domingo, 4 de abril de 2010

PORRE DE FELICIDADE

Sebastian Vettel chegou para a entrevista coletiva depois da cerimônia de pódio do GP da Malásia rindo à toa. Não apenas por uma vitória que exorcizou os fantasmas que o assombravam desde as duas primeiras corridas do ano, quando liderou boa parte da disputa mas foi prejudicado com problemas no carro. Mas também pelo doce sabor da champanhe que sorveu depois de ver a bandeira quadriculada na 110ª volta que completou na primeira posição nesta temporada.

- É um grande alívio. Me desculpe, estou um pouco tonto por causa da bebida, acho que tomei um pouco demais – sorriu, para deleite dos jornalistas à sua frente. Qualquer porre seria justificado. A Red Bull chegou à Malásia sob muitas críticas pelas falhas das provas iniciais. E calou a todos com uma dobradinha avassaladora na corrida do domingo. Mais do que se recuperar na tabela com um estalar de dados, o time deu um recado claro aos rivais: “quando não tivermos problemas, seremos imparáveis”.


O vencedor foi decidido na largada. Vettel tracionou melhor, aproveitou o vácuo e colocou por dentro na curva 1 para ganhar a posição de Mark Webber. Depois da prova, os dois falaram em “respeito mútuo” e “espírito incrível dentro da equipe”. Tudo muito bonito no discurso paz e amor, mas é algo que vai virar cinzas caso a dupla dispare na tabela.


E é essa perspectiva que explica a cautela realista do piloto que está no topo dela. Depois de uma boa corrida para minimizar o prejuízo sofrido no sábado, Felipe Massa sai da terceira prova do campeonato como líder da tabela. Mas sabe que, acima de tudo, perdeu uma boa chance de somar um número maior de pontos por ter largado tão atrás. E que a regularidade em chegar ao pódio, ou muito perto dele, vai determinar quem será o campeão da temporada.


Talvez por isso seu companheiro de equipe não lamentou tanto o que classificou como a “corrida mais difícil de sua vida”. Fernando Alonso teve um problema no câmbio e pilotou sem embreagem a corrida inteira. Foi o prenúncio de um problema no motor a duas voltas do fim, quando lutava pela oitava posição. Restou-lhe o consolo de não ter sido durante uma briga pela liderança.


Curioso notar que os percalços iniciais da Red Bull criaram um quadro de equilíbrio total no campeonato, com os sete primeiros colocados da tabela separados por apenas nove pontos. Mas é um quadro ilusório. No momento, e isto não vai mudar até a próxima corrida na China, o time inglês do hino austríaco está um nível acima do resto.


Na próxima edição do “Credencial”, vamos analisar esta dualidade entre equilíbrio nos pontos e desequilíbrio na pista. Mas o GP da Malásia, mesmo sem a chuva, foi movimentado e trouxe assuntos para todos os gostos. Como de praxe, deixe suas opiniões e perguntas para o programa nos comentários!

(Foto Red Bull)

sábado, 3 de abril de 2010

EMOÇÃO GARANTIDA

A esperada chuva veio, mas não no formato que muitos imaginavam. Pontualmente por volta das 16 horas, como ensaiado ao longo da semana, algumas gotas despencaram sobre o circuito de Sepang. A maioria das equipes já fizeram fila na saída dos boxes para se precaver, mas Mercedes, McLaren e Ferrari tropeçaram na arrogância e se deram mal – a dupla do time anglo-germânico, pelo menos, conseguiu se salvar. Tudo bem que elas tinham a informação que o tempo melhoraria, mas poderiam se precaver como fez a Red Bull.

Por outro lado, esse grid misturado é a garantia de uma corrida emocionante. Carros mais velozes largando atrás sempre proporcionam muitas ultrapassagens, com chuva ou sol. E o clima que se desenha para a prova de amanhã é muito parecido ao do treino de hoje: chuvas com diferentes intensidades, pontuadas por períodos de pausa.


Resta torcermos então para que não caia nenhum dilúvio que corte pela metade uma corrida que se anuncia grandiosa – mas com a largada antecipada em uma hora, é possível repetir o que houve hoje, uma pausa relativamente curta em bandeira vermelha para que as condições melhorem, criando uma corrida em duas fases.

Acima de tudo, o cenário sugere que o vencedor pode ser qualquer um dos 24 pilotos do grid. Sem exageros, se o clima for como hoje, ganha quem tomar o maior número de decisões corretas – ou mesmo o menor de escolhas erradas. A pole de Mark Webber, que usou os intermediários para navegar com tranqüilidade rumo ao melhor tempo no Q3. Foi 1s3 mais rápido que o segundo colocado. Deu para entender a diferença que faz uma opção certa?

Nesse cenário, coloque na enquete ao lado o seu palpite para o vencedor. E comente suas impressões sobre o treino de hoje.

(Foto Red Bull)

sexta-feira, 2 de abril de 2010

UM GRANDE CIRCUITO

Num dos treinos livres de hoje resolvi atravessar um escondido túnel subterrâneo que liga a área do paddock às arquibancadas principais do circuito de Sepang – aquelas cuja arquitetura dá a marca registrada do circuito. Por mais que nós, telespectadores, tenhamos mil ressalvas ao trabalho do senhor Tilke na Fórmula 1, é preciso dar vivas ao alemão aqui. O espaço reservado aos torcedores que vão à pista é extremamente funcional e dá a garantia de uma visão excepcional para vários pontos do circuito . algo no nível de Interlagos pré-hospitality centers. Não é à toa que é o ponto preferido para a ação dos fotógrafos profissionais – e também o de muitos amadores como eu. Hoje me juntei a uma centena que se divertia com suas lentes por lá. Confira abaixo um pouco do resultado obtido. Clique na imagem para ampliar!

(Fotos Luis Fernando Ramos)

QUE DUREZA

Treinos livres com sol e calor nesta sexta-feira em Sepang, a temperatura do asfalto chegando até a 47°C na sessão vespertina. Mesmo assim, alguns pilotos reclamaram de dificuldades para levar o composto mais duro de pneus à temperatura ideal. Depois de três corridas, começo a ter a impressão que a Bridgestone superestimou os efeitos dos carros com o tanque pesado e fez uma mistura que exige um atrito alto demais para render. Talvez seria o caso de se começar a pensar em mudanças neles.

No
mais, a sexta-feira trouxe um claro indício da força da McLaren, mas eu ainda apontaria a Red Bull como favorita para a pole-position. Dos brasileiros, Massa e Barrichello saíram do circuito um pouco insatisfeitos, enquanto Lucas e Bruno ficaram felizes com a confiabilidade apresentada pelos carros, cada um beirando 60 voltas.

Ah! E as 16h05
minutos, caiu uma chuva leve em Sepang. Isso pode mudar tudo para o treino classificatório. Vamos acompanhar!

(Foto Luis Fernando Ramos)

quinta-feira, 1 de abril de 2010

NAS MÃOS DA TEMPESTADE

As últimas entrevistas do dia ainda estavam em andamento quando o céu escureceu sobre o circuito de Sepang. Às 17h20, as nuvens começaram a despejar um volume absurdo de água. Jenson Button olhou para cima, depois para o repórter, e sentenciou: “Se chover assim na corrida, é bandeira vermelha. Não tem nem o que pensar”. Lewis Hamilton, ao lado, complementou. “E o céu fica muito escuro. Não tem a menor condição de correr”.

As
monções malaias desta semana estão caindo sempre no final da tarde, entre quatro (horário previsto para a largada) e seis da tarde. Dependendo da hora e da intensidade, não dá para descartar da corrida ser realizada, mais uma vez, pela metade, mostrando que um raio pode sim cair duas vezes num mesmo lugar. Vai depender da boa vontade de São Pedro.

Foto
xpb.cc

FAZENDO O CARTAZ – MARÇO: O VENCEDOR

Não foi fácil eleger o ganhador da primeira edição do “Fazendo o Cartaz”. Foram vários os participantes, que executaram idéias muito boas. Para me ajudar, até recorri a meu amigo Rica Ramos, ilustrador da “Istoé” e autor dos banners que adornam este blog. Depois de deliberar por um tempo, a escolha recaiu no trabalho do Celso Akiyoshi. Aos outros participantes, não desanimem: todos entenderam bem o espírito de dar uma identidade local ao cartaz e muitos ficaram pertinho da vitória. Na semana que vem, a gente inicia mais uma nova rodada, com uma nova chance para os que já participaram e os que ainda não se aventuraram. Aguardem!

quarta-feira, 8 de abril de 2009

ESCONDENDO O JOGO?

Eu vi esta cena no grid de largada na reta principal do circuito de Sepang. Faltavam cerca de vinte minutos para a largada do Grande Prêmio da Malásia e o ritmo era frenético em todos os cantos. Uma formação intensa de nuvens carregadas se aproximava da pista e os meteorologistas das equipes tentavam decifrar quando a água cairia. Alguns pilotos, como Rubens Barrichello, cuidavam pessoalmente de trocar a viseira do capacete para uma que se adaptasse melhor ao cenário apocalíptico predito pelo céu malaio. Enquanto isso, Felipe Massa se reunia numa conversa séria com seu engenheiro de corrida Rob Smedley, na qual a estratégia inicial de corrida foi repassada, incluindo o planejamento de ajustes de emergência dependendo dos caprichos da natureza.

No olho do furacão caminhava um homem com a expressão calma e pensativa. Adrian Newey, projetista da equipe Red Bull e tido como um dos gênios da engenharia da Fórmula 1, parou em frente do BGP001 de Rubens Barrichello, o oitavo colocado do grid. Ficou ali cerca de um minuto e meio, medindo com os olhos todos os detalhes da suspensão dianteira do carro que está imprimindo um domínio impressionante neste início do Mundial de 2009. Um mestre admirando a obra-prima de um colega.

O fato de Newey se ater ao estudo da suspensão dianteira é um testemunho contundente de que a vantagem do carro não se restringe ao polêmico difusor de nível duplo. Corroborando isso está a comparação da performance do BGP001 com os modelos de Toyota e Williams, equipados com uma peça de similar filosofia. Na Malásia durante o Q2, o trecho intermediário do treino de classificação, Button ficou dois décimos de segundo à frente de Jarno Trulli, uma distância relativamente pequena.

Era para ser um sinal positivo de competitividade. Mas os rivais apontam que eles estão escondendo o jogo. “Eles vão um carro um pouco pesado já para o Q2. Assim, as outras equipes não conseguem calcular o combustível que precisam no Q3 para se classificar na frente dos carros da Brawn GP”, foi o que disse o diretor-técnico da BMW Sauber, Willy Rampf. Para ficar claro: Button foi o mais veloz na segunda parte do treino de classificação mesmo com uma quantidade de combustível relevante dentro do tanque.

Se o alemão estiver certo, as palavras de Felipe Massa no domingo depois da corrida ganham um peso ainda maior. “Se tudo continuar como está, o campeonato acabou, o título já é da Brawn”, profetizou, antecipando o julgamento da próxima terça-feira quanto aos difusores. E se a disputa pelo título ficar mesmo restrita entre a dupla do novo time, Rubens Barrichello vai ter que trabalhar duro para quebrar um antigo tabu. Apenas em quatro ocasiões um piloto que tenha vencido as duas primeiras corridas do ano não terminou campeão: 1973 (Emerson Fittipaldi perdeu o título para Jackie Stewart), 1976 (Niki Lauda perdeu para James Hunt), 1979 (Jacques Lafitte perdeu para Jody Scheckter) e 1982 (Alain Prost perdeu para Keke Rosberg).

Vale lembrar também que a próxima corrida é o GP da China em Xangai. Uma pista que, acima de tudo, premia um carro bem equilibrado. Pelo jeito, o conto-de-fadas da Brawn parece que terá uma duração ainda maior do que se imaginava.

terça-feira, 7 de abril de 2009

POSTAIS DE KUALA LUMPUR

O trânsito pode ser confuso e caótico como o paulistano, mas a capital malaia é sempre um destino ansiado em qualquer temporada. Porque tem suas atrações: as torres da Petronas, a antena Kuala Lumpur, o metrô montado em monotrilhos, boas lojas e shoppings para compras. Tudo acompanhado, claro, de um calor sufocante e de tempestades rápidas e intensas. É um cenário de muito charme, que eu gosto mais a cada ano que passa.

Skyline: a antena Kuala Lumpur à esquerda, a torres da Petronas ao centro.

De perto.

À meia-distância.

De longe.

Ônibus escolar, que contrasta com ar de moderna da capital malaia.

Depois da calmaria de Melbourne, um cenário de trânsito mais familiar.

Surpresa: uma floresta tropical no meio da cidade, com direito a uma trilha suspensa.

Uma bela maquete, para umas miniaturas feiosas.



domingo, 5 de abril de 2009

CREDENCIAL – GP DA MALÁSIA

O nosso programa de hoje ficou (um pouco) mais curto em relação ao primeiro, e eu confesso que foi por puro cansaço. Essas coberturas de “dobradinha” são as mais puxadas e, ao final da segunda prova, tudo o que você quer ao final da jornada é voltar logo para casa. E por conta da correria da viagem, não deu para incorporar as muitas sugestões que vocês deram ao final do primeiro programa, mas pretendo trazer um formato um pouco diferente já na próxima. E como ainda temos tempo, o espaço nos comentários está aberto para suas opiniões, críticas e principalmente sugestões para deixar o “credencial” um programa com ainda mais informações, e também mais dinâmico e leve. Juntos, vamos chegar lá!

Parte 1


Parte 2

UMA GRANDE MEIA-CORRIDA. E UMA FIA MINÚSCULA.

A chuva deu um baile nas equipes da Fórmula 1 e deixou o GP da Malásia eletrizante, antes que um dilúvio decretasse o final da prova. A demora da FIA em tomar uma decisão que era óbvia e única mostrou o estágio de total turbulência que a categoria entrou. Foi tosco, pequeno e desrespeitoso com todos.


Agora é hora de comentar todos os detalhes da corrida: uma largada sensacional, uma Williams liderando, disputas em todos os setores, erros de estratégia, dilúvio, o picolé do Kimi, os pontos pela metade. E podem colocar também as suas dúvidas. Assim que o trabalho encerrar, teremos mais uma edição do “Credencial”. Não percam!

MOLHOU

Sim, choveu muito forte por volta das 13h15 locais. No momento, há três horas da largada da F-1 e com os carros da GP2 na pista, o asfalto está completamente molhado. Mas parou de cair água e a temperatura é de 25°C. O céu permanece com muitas nuvens, mas perdeu a cara de chuva. Se isso se confirmar, a largada às 17 horas deverá acontecer com um asfalto quase seco, mas com alguns pontos de umidade. “Tricky”, como diriam os ingleses.

Diante disso, ainda dá tempo de apontar nos comentários quem você acha que ganhará o GP da Malásia. A dupla da Brawn teve um empate técnico na nossa enquete, mas você pode mudar de opinião se quiser. Eu mantenho a minha. Dá Vettel.

E não percam a transmissão na Bandeirantes ou Band News FM a partir das 5 da manhã!

sábado, 4 de abril de 2009

IMPRESSÕES DO SÁBADO EM SEPANG

Muito bem, a poeira finalmente baixou, vamos a algumas impressões rápidas do que eu pude acompanhar de perto hoje no circuito.


- O treino trouxe uma impressão de um grande (e bem-vindo) equilíbrio na F-1, principalmente no Q2, com Trulli ficando a dois décimos de Button. Mas uma ressalva é importante: o BGP001 sobressai em curvas de baixa velocidade pela excepcional aderência mecânica que tem. E este tipo de curva, aqui em Sepang, é exceção. Mesmo assim, foi o carro mais rápido da classificação. Ou seja, a equipe ainda está bem à frente do resto.


- Da turma do difusor simples, a Red Bull está sobrando. Eu acho que é por conta do gênio de Adrian Newey, mas Felipe Massa apontou para nós que Ferrari e McLaren estão pagando pela briga do título de 2008. “Eles começaram a trabalhar com o projeto muito antes porque congelaram logo o desenvolvimento do carro do ano passado. Só no trabalho no túnel de vento, dá para se ganhar uns quatro décimos. E nós, como a McLaren, ainda não tivemos tempo para isso”. É uma opinião muito relevante.


- O torcedor pró- ou anti-Barrichello precisa ter paciência. Sim, Jenson Button está fazendo um ótimo trabalho e o brasileiro admitiu que ainda não está 100% à vontade com o carro mais pesado. Mas Barrichello está literalmente “pilhado” para essa disputa interna. E confiante que sua performance vai crescer logo. Não é o começo ideal mas, com a vantagem que o BGP001 está demonstrando em relação ao resto, Rubens sabe que tem uma “gordurinha para queimar” nesse início de ano. Com problemas como a punição pela troca de câmbio, ele planeja seguir marcando Button nos pontos, para tentar superá-lo no decorrer do campeonato. Conseguindo ou não, vai ser uma briga muito boa de se assistir. Aguardem...


- Como coloquei no post logo após dos treinos, o erro da Ferrari foi ridículo. Mas gostei da postura de Felipe Massa em admitir tranqüilamente que a equipe – ele incluso – se baseou na facilidade com que passava do Q1 nos últimos anos, se enganando redondamente. O piloto estava obviamente decepcionado, mas muito sereno na entrevista, o que é um bom sinal. Acho que será bem difícil um bom resultado aqui, mas o time definitivamente acordou para a nova realidade da Fórmula 1. Fica como o lado positivo do tombo.


- Sobre Nelsinho Piquet, a ansiedade em mostrar serviço o atrapalhou de novo. Ele estava realmente muito chateado consigo mesmo quando o entrevistei no final do dia. Precisa ter cabeça para trabalhar com tranqüilidade, porque foi justamente essa ânsia que o atrapalhou no ano passado. E tudo o que ele não precisa é repetir aquele roteiro.


- Às 18h40 de hoje caiu o mundo aqui em Sepang. Uma chuva daquelas capazes de interromper um jogo de futebol. Imagine então se tratando de uma corrida de Fórmula 1. Não haverá a menor condição dos carros se manterem na pista. Isso pode ser uma ameaça para a prova. Vamos torcer para a natureza colaborar. Já basta o ser humano para trazer caos e confusão para este campeonato.


- Até amanhã!