Hoje foi um dia muito bacana, correndo para cima e para baixo pelo Palácio de Exposições de Genebra para fazer algo que nunca tinha feito: cobrir um Salão do Automóvel. Vou falar mais disso aqui nessa semana, já que não consegui parar um segundo. Assim, passei esta terça completamente por fora do noticiário da F-1, a não ser com o que falei com alguns personagens do paddock que estavam no evento e que rendeu material para os próximos dias.
Assim, não fiquei surpreso ao ler agora a entrevista dada por Bernie Ecclestone ao site oficial da Fórmula 1. Fiquei, sim, espantado ao ver a reação que ela teve. Já disse uma vez aqui algo que vale repetir: o que ele fala não é para ser levado a sério. Afinal, seu verdadeiro discurso reside nas entrelinhas. Sempre.
O que Bernie fez ao falar para um site que, notem, é dele foi espertamente marcar posição na sua briga com a FIA de Jean Todt e com a FOTA das equipes pela distribuição dos lucros da Fórmula 1. Ao sugerir o GP do Bahrein em agosto, ele despreza um ponto sagrado dos times: o descanso de seus funcionários e o fechamento das fábricas no período. É como se dissesse, perdoem o vocabulário: “não venham me foder que eu fodo vocês também”.
Mas a grande discussão veio em cima de sua sugestão de molhar os circuitos artificialmente perto do final da prova para garantir mais emoção. Um pensamento na linha da ideia de colocar atalhos nos circuitos que ele disparou há algum tempo. O alvo aqui é a FIA, responsável por criar as regras da disputa. Bernie sente que o efeito de medidas como Kers e asa traseira móvel foi negativo no público em geral. E aproveita para bagunçar ainda mais o cenário. “Se vocês estão avacalhando, quero avacalhar também”, foi seu míssil.
Pelas reações, o diminuto acertou dois alvos.
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(Se você está se perguntando quem diabos é “James Blengers”, corra atrás do disco “Premeditando o Breque”, de 1979. Se não entender mesmo assim, sem problemas: você vai ter em mãos um dos grandes discos já feitos no Brasil, verdadeira pérola da vanguarda paulistana da época.)
A Fórmula 1 vive um clima de decisão a partir da disputa mais intensa por um título nos últimos anos. Mas o futuro da categoria também estará em pauta nos bastidores do GP do Japão, neste final de semana em Suzuka. Depois de acertarem um novo acordo de contenção de custos, os chefes das equipes vão se reunir para discutir sobre o regulamento que deve entrar em vigor em 2013.
A tendência aponta para o uso de um motor turbo de quatro cilindros e a volta do “efeito-solo”. Mas uma decisão final só vai acontecer quando for verificado o impacto das mudanças no orçamento das equipes. Conversei sobre o assunto com exclusividade com o atual presidente da FOTA, a associação das equipes, Martin Whitmarsh. Ele acredita que essa política austera não afeta os valores contidos na raiz da Fórmula 1.
“É vital manter esta ideia de que as equipes estão desenvolvendo suas próprias tecnologias. Mas é preciso ser realista”, aponta o chefe da McLaren. “O desafio dos engenheiros hoje é em cima da eficiência de se tirar o máximo dos componentes do carro em cima das restrições que temos. Enquanto o público identificar que o desafio de se fazer uma tecnologia de ponta dentro desse quadro específico, o DNA da Fórmula 1 permanece intacto”.
Whitmarsh destaca que os custos da categoria explodiram há alguns anos por conta da presença de muitas montadoras na Fórmula 1 e da disputa entre elas. E vê a contenção de custos como a única maneira da categoria sobreviver. “A Fórmula 1 é um esporte muito caro. Nós da McLaren, mesmo estando bem financeiramente, queremos disputar títulos também daqui a cinco, dez anos. E, para isso, precisamos ter uma categoria forte e vibrante. Desde que a McLaren começou, 106 equipes passaram pela categoria e acabaram saindo. É uma estatística impressionante”, afirma.
Segurar os times que estão correndo é a filosofia pregada pelo presidente da FOTA. “Se tivéssemos uma fila de gente querendo entrar na categoria, não seria problema se alguns saíssem. Mas pelo quadro da economia mundial que temos, é preciso mostrar responsabilidade e trabalhar com estas restrições”, prega Whitmarsh.
Curiosamente, uma filosofia que vai um pouco contra as movimentações de Bernie Ecclestone, que parece decidido a voltar a fazer seu show com apenas dez equipes para ser se um fracionamento menor do bolo satisfaz o apetite delas. Mas é preciso dar razão a Whitmarsh: no quadro atual, com carros em branco e uma equipe que faz rodízio de pilotos para conseguir um dinheiro que a mantenha, perder participantes é um luxo do qual a F-1 não pode usufruir.
O xadrezpolítico da Fórmula 1 foi bemmovimentado nesta terça-feira, umsinalclaro de que o relógio dos jogadores vai chegando a um momento decisivo. É hora de um dos lados dar o cheque-mate, ouumacordoselarumempate.
Fazendo uma leitura de tudo o que aconteceu hoje, tudo indica que teremos doze oumesmoapenas onze equipes disputando o GP do Bahrein – e o resto da temporada. Dos times incertos, a Campos é a maispróxima de confirmarsuapresença, mas corre contra o tempopara aprontar dois carros, juntar uma equipe de engenheiros e mecânicos e mesmo um segundo piloto para correr ao lado do praticamente certo – mas ainda não confirmado – Bruno Senna.
Só que a informaçãoqueme chegou hojenão foi boa para esta pretensão. Colin Kolles se encontrou comum representante de Chad Hurley, o dono do You Tube, numa ponte construída por Bernie Ecclestone. Mas as duas partesnão chegaram a umacordo. Ao que parece, o conselheiro do bilionárionorte-americano vai sugerir que ele invistaseudinheiroemoutrolugarquenão essa complicada F-1.
Poroutrolado, e do outrolado do Atlântico, o mesmo Hurley aparece comopossívelsalvador da USF1 nessa entrevista de uma fonteanônima publicada na Autosport. O “gargantaprofunda” acusa Ken Anderson como o responsávelpelatímidaevolução do projeto, masaposta no apoio do dono do You Tube e acredita que uma injeção de dinheiro resolveria os problemas. Amesmafonte ainda admite que o trabalho está muito atrasado e queninguém na fábrica de Charlotte acredita que o time estará prontoparacorrer no Bahrein.
A FIA confirmou queconversacom Ken Anderson, masnão revelou o teor da negociação emcurso. É aíquea polêmicacartaaberta da Ferrari publicada hoje ganharelevância. O pacto da Concórdianão permite que uma equipe falte a uma corrida. Caso a FIA queira mudarissoparaajudar a USF1 e, eventualmente, a Campos, precisaria da aprovação de todas as outras. Incluindo a Ferrari e os timesque estão comela nessa briga (que permanecem anônimos, mas incluem McLaren, Mercedes, Red Bull e Toro Rosso).
Outravariante seria a da Stefan GP entrar no lugar da USF1. Aquitambém seria necessária a aprovação dos outrostimes – como foi no caso da Sauber. Alguémaí imagina Ferrari e outras acenando positivamente a estescenários, depois de chamarumtime de “vassalo”, umsegundo de “escondido” e umoutro de “abutre”?
O ataque ferrarista foi umgritopúblico de “xeque”. Acredito que os times de ponta podem atémudar de posturadesdeque algumas de suas reivindicações sejam atendidas. É umcabo-de-guerra, e no momentoque está puxando maisfortesãoeles.
A quarta-feira foi um dia para fazer política em Madonna di Campiglio. Começou com a coletiva de imprensa de Stefano Domenicali, na qual as entrelinhas deixaram claro que a Ferrari vê com total desconfiança a capacidade das novas equipes do grid se estabelecerem na categoria, ao mesmo tempo em que reafirmou o desejo do time italiano em empregar um terceiro carro para a competição. “Os torcedores querem ver grandes nomes em grandes equipes”, afirmou, acenando até mesmo com a possibilidade de colocar um Valentino Rossi para correr, ainda mais agora que Michael Schumacher debandou para a Mercedes.
Quem chegou na hora do almoço foi Bernie Ecclestone, que depois deu uma canseira nos jornalistas presentes, chegando com duas horas de atraso para uma mini-coletiva que havia sido marcada. A espera valeu a pena, já que o dirigente estava afiado nas respostas e disposto a causar polêmica. No cenário político, apostou que uma ou duas das equipes novas “não conseguirão fazer nem mesmo a primeira corrida” e empregou um discurso surpreendentemente alinhando com o da FOTA. “Dez equipes sólidas é tudo o que precisamos”, sentenciou.
Depois, entre sério e jocoso, disse que a Fórmula 1 ainda não encontrou o caminho para a volta das ultrapassagens e sugeriu a criação de atalhos nos circuitos, os quais poderiam ser utilizados pelos pilotos a cada cinco voltas. Não dá para levar a proposta a sério. Pode ter sido apenas um devaneio meio senil. Ou, mais provável, uma maneira de fazer a categoria ganhar as manchetes de todos os jornais do planeta amanhã, ainda que com uma idéia lunática que nunca será efetivada. Estamos aqui para isso, afinal.
Não é difícil imaginar que amanhã, ou no máximo sexta-feira, Luca di Montezemolo resolverá dar as caras por aqui, para ver “o que está acontecendo”. Vai aproveitar para fazer um par de reuniões importantes com Bernie Ecclestone. No ano passado, os dois saíram de Madonna di Campiglio falando línguas diferentes e o fracasso do diálogo foi o prenúncio da guerra política que marcou a última temporada. Agora, parecem estar alinhados no mesmo objetivo. Isto pode trazer estabilidade para o decorrer do campeonato.
Mas pode significar também o fim da linha para as equipes novas, quase uma imposição de Max Mosley. No fundo, a turma de sempre topa economizar até certo ponto, mas vê com ódio a idéia de dividir o bolo com um bando de proletários que mal consegue juntar um orçamento para fazer o ano todo. Se o discurso de Bernie for sincero, elas estão condenadas. Diz ele que dez equipes sólidas bastam. E elas não entram nessa equação.
Se Jean Todt vai ou não defendê-las, este passa a ser o próximo movimento a se observar no tabuleiro dos poderosos da F-1.
Luca di Montezemolo não abaixou as armas, mesmo com a saída de Max Mosley da presidência da FIA. Numa conversa com o pessoal da Autosport, voltou a cobrar mudanças drásticas na Fórmula 1. E a ameaçar uma eventual saída de cena da Ferrari em 2012 caso elas não aconteçam. Como eu já coloquei diversas vezes aqui no blog e falei na rádio: o acordo costurado esse ano é apenas um cessar-fogo no front. A guerra, porém, continua, mas agora no campo da diplomacia.
A fala de Montezemolo é clara e certeira; suas intenções, nem tanto. O dirigente tem razão em cobrar mudanças drásticas para a categoria, que chega aos 60 anos vivendo uma atrasada crise de meia-idade. O show tem que melhorar mesmo, o público precisa ter mais acesso aos artistas (e isso começa baixando o custo dos ingressos), o corte de custos precisa ser racional e não pode vitimar a vitrine tecnológica que sempre marcou a F-1.
Por trás das nobres intenções, porém, há o claro objetivo de re-equilibrar a distribuição do cada vez mais farto bolo dos lucros. Uma petição justa, afinal as equipes são quem faz o espetáculo. Numa metáfora óbvia com o apelido da categoria, é como se os trapezistas, domadores, mágicos e palhaços pressionassem o dono do circo (que, aqui, é o anão) para ganharem uma receita maior da bilheteria – afinal são eles que estão dando duro no picadeiro.
Mas acho que há mais do que isso. Quando li a frase “junto com Bernie sou a pessoa mais antiga do paddock – e dividimos uma paixão genuína pela categoria”, fiquei com a nítida impressão de que Luca quer mesmo é um dia assumir as rédeas de tudo aquilo.
A turbulentatemporada da Fórmula 1 teve pontosnegativos de sobra. Aqui a minhacompilação do quemais chamou a atenção nesse quesito. Infelizmente, os escândalos estiveram no topo de tudo e sobraram opçõespara uns quinze itens. Espero no anoque vem termais dificuldades para essa seleção.
10 – Adrian Sutilem Cingapura
Já cansei de veressetipo de manobra no Grand Prix Legends, masnão esperava isso na Fórmula 1. Depois de baterrodascom o errático Jaime Alguersuari e rodar, Adrian Sutil resolveu darumcavalo-de-pauparavoltarpara a pista – bem no meio do tráfego. Arrebentou o carro de Nick Heidfeld e o respeitoque os colegas tinham porele. Foi o “MomentoPaul Tracy” do ano. Da década, melhor dizendo.
9 – Coletiva de Lewis Hamilton na Malásia
Com a cara de umfilhoteexpulso da ninhada e a vozhesitante, Lewis Hamilton encarou os jornalistas da Fórmula 1 parapedirdesculpas públicas pelo chamado “escândalo da mentira”. Ummomento constrangedor de tentarexplicar o inexplicável. A mídia inglesa, paraquem a maneira de se comportar de umcampeão do mundo e tãooumaisimportanteque o feito, caiu de pau. Teria sido melhorficarquieto. Michael Schumacher nunca teve queexplicarporque transformou a Rascasse num estacionamento.
8 – Kazuki Nakajima
Se a Williams perdeu o sextolugar no Mundial de Construtores para a BMW Sauber na últimacorrida, a culpa foi de Kazuki Nakajima. Afinal, os 34 pontos e meio conquistados pelaequipeem 2009 vieram do outrolado da garagem, o do alemão Nico Rosberg. Comoumautênticozero à esquerda, o japonês chegou ao fim do anosemterseunome ligado a nenhuma equipe, mesmo o pessoal na finada Toyota havia perdido as esperanças nele. E, o pior, ninguém no ambientesemprecínico da Fórmula 1 perdeu tempo falando mal dele. Vai embora e ninguém vai percebersuaausência.
7 – Giancarlo Fisichella na Ferrari
Claro, Luca Badoer foi a catástrofe do ano: irremediavelmente lento, completamentefora do ritmo e semconfiança no equipamento. Trágico, sim, mas a posterior participação de Giancarlo Fisichella com a equipe de Maranello salvou a imagem do pobre Luca. Afinal, além de limitado, Badoer não disputava uma corrida há mais de dezanos e não teve contatocomum F-1 nesta configuraçãoaerodinâmica e compneus slicks antes da estréiaemValência. Eraumnaufrágio anunciado. Já Fisichella é umpilotomaiscompetente e chegou na Ferrari depois de umresultadoimpressionantecom a Force Índia. Suamissãoeraajudar a Ferrari a se manterem 3° lugarentre as equipes, somando alguns pontinhos. Falhou fragorosamente. Seusonho de pilotarpelaequipe virou umpesadelo – e uma das maioresdecepções da temporada.
6 – Romain Grosjean
Nãoprecisanemlevaremconta a confusãoque a decisão gerou: estava na caraque a chegada de Romain Grosjean na Renault era a troca de seispordemi-douzaine. Foi atépior, pois o desempenho do francês nas provasque disputou lembrou o Nelsinho Piquet do início de 2008: afoito, inseguro, commuitoserros, acidentes e nenhuma produtividade. Além de queimarseunomepara a categoria, as setecorridasque fez serviram paraconfirmarque as apostas de Flavio Briatore, na maioria das vezes, são furadas.
5 – BMW Sauber
Em 2008, a equipe bávaro-suíça abdicou do desenvolvimento de seucarro – e portabela de brigarpelotítulo da temporada – para se concentrar no modelo deste ano. Também foi o timequemais insistiu no uso do KERS, apostando que seria a armasecretaparadominar o ano. Doistiros n’água. O F1.09 foi umcarronatimorto: o dispositivonão funcionou a contento e foi logo descartado, depois do projetotodoter sido feitoemtorno dele. Depois do fracassoesportivo, veio o inesperadoanúncio de que a marca estava deixando a categoriadepois de apenasquatrotemporadascomoequipeprópria. Com o raboentre as pernas.
4 – Heikki Kovalainen
A McLaren começou o anocomum dos piorescarros do grid, mas conseguiu virar o jogo a partir do meio da temporada e venceu duas corridascom Lewis Hamilton. Heikki Kovalainen? Bem, não subiu nenhuma vez ao pódio, umfeitoparticularmenteincrívelemValência, uma pistaondenão há pontos de ultrapassagem, quando largou da segundaposição e terminou emquartolugar. O finlandêsnão é nenhumnovato e teve a partir da Alemanha umequipamento competitivo emmãos. Mesmoassim, terminou com o mesmonúmero de pontosque Felipe Massa, quesó pôde disputarnovecorridas no ano. Umdesastretotal.
3 – FIAversusFOTA
A brigapelopoder na Fórmula 1 neste ano lembrou a de temposremotos, quandosó algumas letras eram diferentes: Fisa versusFoca. E foi o motor de todos os outrosescândalos do ano, tudomanobraspolíticas no complexotabuleiro da categoria, onde o bem-estar da mesmanão preocupou ninguém. O duelosónão ocupa o topo dessa listaporque (infelizmente) aindanão acabou. E a impressãoque fica é que “casualidades de guerra” como Max Mosley e Flavio Briatore farão de tudoparavoltar aos holofotesassimquepossível. Embrulha o estômagosó de imaginar...
2 – Falta de ultrapassagens
Novopacote aerodinâmico, asasmóveis, KERS. As novidades no regulamentotécnico da Fórmula 1 visavam apenasumobjetivo: melhorar as chances de ultrapassagem. Mas as corridas de 2009 foram, com raras exceções, uma procissão de monotoniacomapeloreservadopara os que se interessam ementenderquestões de estratégia. Se os difusoresduplos foram o instrumentopara o fracasso da idéia, a (proposital) indecisão da FIA na hora de esclarecer a regra manchou o início do campeonato e o trabalho de muitagente. Novasidéiaspara 2010, principalmente o fim do reabastecimento, podem causaralgumimpacto no problema. Resta ficarmos na torcidaparaque, desta vez, seja umimpactopositivo.
1 – Cingapura 2008
É mesmomuitograve a conspiração de causarumacidenteparafavorecerumoutropiloto da equipe e conseguirumresultadoque salvasse a pele de todos? É óbvioquesim. A Fórmula 1 já viveu suashistórias de espionagemindustrial e a flutuação de informaçõesque acompanha as transferências de engenheiros é inevitável e maisoumenos aceita. Assimcomopilotosque recebem ordensparacederposição ao companheiro de equipe. Mas naquela noite de setembro os já frágeis alicerces do esporte foram completamente ignorados, assimcomo a segurança do executor, de seuscolegas e também do público. Foi umgolpemuitobaixo, de gentesemescrúpulos e/ouforçamoral. E a motivação vingativacomque a históriaveio à tonamostramesmoque se trata de umconto de desclassificados, aindaque o efeitocolateral do episódio – a saída de Briatore do esporte – tenha sido positivo.
Na pauta desse blog, discussõessobre a Fórmula 1 emtodos os seusaspectos: histórias do passado, análises do presente, bastidores da cobertura e curiosidades. E muitamúsicaparatemperar essa mistura de razão com a paixãoque o automobilismo desperta.
Repórter de Fórmula 1 do Grupo Bandeirantes de Rádio, do diário Lance e da revista Racing. Apreciador de boa música, viagens e velocidade. Guitarrista amador, corredor de rua e piloto virtual.